Luna Zarattini e Guilherme Boulos realizam vistoria em rede de acolhimento para a população em situação de rua

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Luna Zarattini e Guilhemre Boulos realizaram uma vistoria em redes de acolhimento para a população em situação de rua na cidade de São Paulo nesta sexta-feira (5). Durante a visitação, eles ouviram pessoas que necessitam do acolhimento e relataram problemas nos locais e falta de apoio da Prefeitura da capital.

Uma comitiva de parlamentares realizou uma vistoria em redes de acolhimento para a população em situação de rua na cidade de São Paulo nesta sexta-feira (5). Durante a visitação, eles ouviram pessoas que necessitam do acolhimento e relataram problemas nos locais e falta de apoio da Prefeitura da capital.

O grupo era composto por:

  • Vereadora Luna Zarattini (PT)
  • Deputado federal Guilherme Boulos (PSOL)
  • Deputada federal Erika Hilton (PSOL)
  • Deputado federal Orlando Silva (PCdoB)
  • Deputada federal Juliana Cardoso (PT)
  • Deputado federal Alfredinho (PT)
  • Vereadora Silvia Ferraro (PSOL)
  • Vereadora Elaine Mineiro (PSOL)
  • Vereador Toninho Vespoli (PSOL)

A vistoria foi aprovada pela Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados, e a diligência reuniu deputados federais e vereadores da capital. O grupo passou por quatro pontos da cidade: Casa de oração do povo de rua, com Padre Júlio Lancelotti; entrega de marmitas na Praça da Sé, na Cozinha Solidária; visita ao depósito Sudema e no Centro de Acolhida Especial (CAE) para mulheres, na Avenida Brigadeiro Luiz Antônio.

Entre as queixas, a população em situação de rua denunciou:

  • Truculência da zeladoria;
  • Falta de vagas em equipamentos públicos;
  • Estado dos centros de acolhimento;
  • Falta de moradia digna como política pública pela prefeitura.

Ainda segundo os parlamentares, no depósito da zeladoria, onde são estocados materiais aprendidos pela prefeitura, o subprefeito da região da Sé, Coronel Álvaro Batista Camilo (PSD), disse que é feito um atendimento individual com cada pessoa que busca o equipamento e que eles atendem a pessoa e devolvem os pertences.

Quando não for encontrada a barraca da pessoa, é entregue uma parecida. Porém, as pessoas ouvidas pelos parlamentares informaram que o procedimento informado não acontece.

No Centro de Acolhimento Brigadeiro, entre as reclamações, as conviventes afirmam que o edifício está com problemas na fiação, não existe separação de famílias por gênero e os conviventes migrantes reclamam que não há o mínimo esforço e estrutura de tradução para que suas demandas sejam compreendidas e atendidas.

Publicado originalmente no G1

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